Situação na Venezuela agrava-se com roubo a oleodutos e salário mínimo de dez Reais deixa país perto do colapso

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 23 de novembro de 2020

A situação na Venezuela está de vaca não conhecer bezerro.

A polícia local, apesar de cada vez mais truculenta, não está conseguindo impedir os constantes roubos de petróleo, através de oleodutos. Os venezuelanos começaram estão roubando objetivo de refiná-lo e transformá-lo em gasolina de forma caseira. Os roubos estão acontecendo em campos hibernados da companhia PDVSA e não representam uma quantidade significativa, mas sinalizam a crise pela qual a estatal está passando. A população não tem combustíveis. O país com uma das maiores reservas de petróleo do mundo, em função das sanções econômicas americanas, não produz nem 400 mil barris por dia.

O país produzia 1,2 milhão de barris por dia. Os venezuelanos esperam dias em filas gigantescas nos postos de combustíveis, mesmo sem saber quando o produto chegará.

Há rumores de que funcionários da PDVSA estão aceitando subornos para fechar os olhos para os furtos de petróleo. Num país onde toda cúpula é acusada do mesmo crime, isso não chega a surpreender. Ladrões perfuram os dutos e aquecem o petróleo com um maçarico para que ele flua para tubos menores, com os seguranças nem se importando com o risco ou com o problema.

Em relação a outras consequências, as coisas estão cada vez mais sérias. Nem o pão que o diabo amassou os venezuelanos tem para comer. A crise é gravíssima e está cada vez pior. Falta todos os serviços básicos. Remédios, água potável, energia, gás de cozinha, alimentos. Há protestos constantes.

Os Habitantes das cidades pequenas e grandes continuam a reclamar. Quando há, o preço do gás de cozinha é estratosférico. Os Professores de todo país se pronunciaram energeticamente por causa dos baixos salários.

O salário mínimo é cerca 10 reais. Os Profissionais de saúde se mobilizam exigindo salários dignos, matriais e equipamentos de trabalho para garantir a integridade e a recuperação dos pacientes. As falhas de energia continuam em todo território devido ao colapso em geradores das comunidades, fazendo com que os habitantes ficarem sem luz por vários dias. Os protestos são reprimidos com violência, deixando vários presos e feridos.

 

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