Petrobrás avança na venda de blocos offshore e plantas de geração

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 14 de setembro de 2020

Em uma tacada só, a Petrobrás entrou em nova etapa em dois processos de desinvestimentos distintos: a venda de suas participações em concessões no offshore da Bacia do Espírito Santo e em plantas de geração de energia instaladas em quatro estados.

As negociações dos ativos passaram para a chamada fase vinculante, onde os investidores classificados recebem carta-convite com instruções detalhadas sobre o processo de desinvestimento.

Sobre os ativos no offshore do Espírito Santo, a Petrobrás está se desfazendo de parte de suas participações nas seguintes concessões: ES-M-596_R11, ES-M-598_R11, ES-M-671_R11, ES-M-673_R11 e ES-M-743_R11. As áreas foram adquiridas na 11ª Rodada de Licitações, em 2013, e estão atualmente no 1º Período Exploratório.

Atualmente, a Equinor está cedendo todas as suas participações nesses ativos para a Petrobrás, bem como a Total está fazendo o mesmo nas concessões ES-M-671_R11 e ES-M-743_R11. Quando concluído esse processo, a estatal brasileira será operadora de todas as áreas, com participação variando entre 80% e 100%.

Já em relação às usinas, a Petrobrás está negociando sua participação em cinco sociedades de geração que administram diferentes plantas. As negociações envolvem uma usina movida a óleo combustível situada em Pernambuco, com capacidade instalada de 49,7 MW; uma termelétrica localizada em Pernambuco, com capacidade de 381,25 MW; duas pequenas centrais hidrelétricas, em Tocantins, com capacidade instalada de 11,4 MW e 14,0 MW; uma termelétrica no Amazonas com 85,4 MW de capacidade instalada; e, por fim, a Usina Termelétrica Goiânia II movida a diesel, em Goiás, com capacidade instalada de 140,3 MW.

 

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