FUNDO DE PENSÃO DA PETROBRÁS TEM BALANÇO REJEITADO PELA 14ª VEZ, COM ROMBO DE R$ 27,3 BILHÕES

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 19 de abril de 2017

Se a situação não está boa para a previdência do País, quem dirá para o fundo de pensão da Petrobrás.

A Petros, que administra a previdência privada dos empregados da estatal, teve seu balanço rejeitado pelo conselho fiscal pela 14ª vez seguida, apresentando um rombo de R$ 27,3 bilhões em 2016, cerca de R$ 3,4 bilhões a mais do que no ano anterior.

Além disso, os números não só foram rejeitados, como a negativa foi unânime, fato que ocorre pela quarta vez consecutiva no conselho fiscal da fundação, responsável pelo complemento da aposentadoria de 76 mil pessoas ligadas ao Sistema Petrobrás.

O resultado é que agora os empregados e ex-empregados da empresa terão que arcar com essa fatura. Do total do rombo, R$ 26,8 bilhões são referentes às pessoas ligadas à Petrobrás – já que a Petros também administra fundos da Ultrafértil, da Lanxess e da Nitriflex –, sendo que o mais provável é que a cobrança envolva taxa extra para os funcionários da ativa e desconto de benefícios para os já aposentados.

A maior crítica do conselho ao comando do fundo de pensão é sobre a forma como os investimentos foram escolhidos nos últimos anos, pautados por indicações e interesses políticos.

 

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