Após adquirir o Polo Alagoas, Petro+ mudou o seu nome para Origem Energia

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 07 de julho de 2021

Foto: O CEO da Origem, Luiz Felipe Coutinho; a diretora de operações Luna Viana e o diretor técnico Nathan Biddle

A Petro+, que ganhou o noticiário no início desta semana com a assinatura do contrato de compra do Polo Alagoas da Petrobrás, anunciou hoje (7) ao mercado o reposicionamento de sua marca.

Rebatizada de Origem Energia, a companhia opera 16 concessões nos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e, mais recentemente, também em Alagoas. Além disso, a operadora também revelou planos de participar do próximo leilão de capacidade de energia, previsto para o fim deste ano.

A empresa diz que o novo nome reflete o seu segmento de atuação, ampliado para além das atividades de upstream, abrangendo também o midstream e a geração de energia a partir de fontes térmicas. Isso porque, para lembrar, o Polo Alagoas abrange sete concessões de produção em terra e águas rasas operadas, mas também inclui uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN); duas estações de tratamento e uma malha de 230 km de dutos com acesso direto ao terminal de exportação de óleo TAMAC, localizado em Maceió.

Diferentemente de outros ativos vendidos até agora pela Petrobrás, o Polo Alagoas tem um perfil autossuficiente, com uma infraestrutura muito robusta. É um ativo que nos posiciona para explorarmos atividades adjacentes, incluindo geração de energia térmica e GNL de pequena escala”, comentou o CEO da Origem, Luiz Felipe Coutinho (à esquerda, na foto). O ativo foi adquirido por US$ 300 milhões.

O Polo Alagoas inclui os campos de Anambé, Arapaçu, Cidade de São Miguel dos Campos, Furado, Paru, Pilar e São Miguel dos Campos. A UPGN do ativo tem capacidade de processar 2 milhões m³ por dia, processando 100% do gás do polo. A unidade também fabrica o GLP que abastece a região. Atualmente, o polo produz 1,9 mil barris por dia de hidrocarbonetos líquidos e 600 mil metros cúbicos por dia de gás natural. A Origem é controlada pela Prisma Capital, gestora de ativos alternativos com R$8 bilhões sob gestão.

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