PLATAFORMA P-76 JÁ ESTÁ NAVEGANDO PARA O BRASIL E DEVERÁ SER UMA DAS QUATRO A ENTRAR EM OPERAÇÃO ATÉ O FIM DO ANO

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PLATAFORMA P-76 JÁ ESTÁ NAVEGANDO PARA O BRASIL E DEVERÁ SER UMA DAS QUATRO A ENTRAR EM OPERAÇÃO ATÉ O FIM DO ANO

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 19 de julho de 2018

Até o final deste ano a Petrobrás deverá estar com mais quatro plataformas explorando petróleo.  A informação é do diretor executivo de Desenvolvimento da Produção e Tecnologia, Hugo Repsold.

No primeiro semestre, a empresa iniciou a operação das plataformas Cidade de Campos dos Goytacazes, no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, e da P-74, no campo de Búzios, na Bacia de Santos. As próximas quatro plataformas que entrarão em produção serão P-67, que chegou ontem (18) ao Rio de Janeiro, e a  P-69, que ficará  no campo de Lula, além da   P-75, que já está navegando ppara o Brasil em direção ao estaleiro QGI onde deve fazer o comissionamento,  e a  P-76, no campo de Búzios, todas no pré-sal da Bacia de Santos.  A última plataforma prevista para o ano, é a P-68, do campo de Berbigão, que estará em operação em 2019.

O executivo explicou que a grande quantidade de novas plataformas concentradas neste ano ocorreu também pelo atraso de projetos no passado. Mas frisou que agora a empresa está em uma trajetória de recuperação: “A Petrobrás está caminhando para um crescimento sustentado da produção nos próximos anos”. Segundo ele, a queda de produção de junho foi pontual, devido a manutenção em algumas unidades. A entrada das novas plataformas vai impulsionar a produção da empresa. O executivo preferiu não fazer previsões para volumes em 2019, uma vez que a revisão do plano de negócios da empresa ainda está sendo realizada. A publicação da revisão poderá ocorrer ainda no terceiro trimestre. O plano de negócios da empresa revisado deverá considerar a possibilidade de voltar a contratar plataformas próprias que entrariam em operação de 2023 em diante: ”  É estratégico para a gente ter unidades próprias e a gente vai voltar a considerar, mas vamos decidir o que for melhor para a Petrobrás”.

 

 

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