México aguarda próximo leilão de petróleo com otimismo cauteloso

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México aguarda próximo leilão de petróleo com otimismo cauteloso

Refinaria de petróleo no México 20/12/2016 REUTERS/Daniel Becerril

FONTE REUTERS – Matéria publicada em 16 de junho de 2017

Foto: Refinaria de petróleo no México 20/12/2016. REUTERS/Daniel Becerril

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) – O México aguarda seu próximo leilão de áreas de petróleo offshore, agendado para segunda-feira, com um otimismo cauteloso, impulsionado por um robusto interesse de grandes petroleiras pelas áreas em águas rasas que serão ofertadas.

Na segunda-feira, o México licitará 15 blocos de óleo e gás ao longo da costa do sul do Golfo do México, no que será o próximo estágio da histórica reabertura do mercado de petróleo do país após uma reforma no setor de energia promovida em 2013 e 2014.

Em dezembro de 2013 o Congresso alterou a Constituição para acabar com um monopólio de 75 anos sobre a produção e exploração de petróleo detido pela estatal Pemex, em uma tentativa de reverter anos de queda na produção do país.

Entre as companhias pré-qualificadas para competir estão Chevron, ConocoPhillips, Eni, Repsol, Royal Dutch Shell, Total e China National Offshore Oil Corporation (CNOOC).

No total, 20 empresas se inscreveram para participar de maneira individual, e há também 16 consórcios na lista.

O ministro de Energia, Pedro Joaquin Coldwell, disse que espera que ao menos entre 35 e 40 por cento dos blocos ofertados sejam arrematados.

O leilão é o quinto desde a reforma no setor de energia. Esses certames já realizados, que incluíram uma licitação em águas profundas e duas para águas rasas, já fecharam 39 contratos que somam um investimento previsto ao longo dos contratos de 48,8 bilhões de dólares, segundo dados do Ministério de Energia.

Os blocos da licitação de segunda-feira estão espalhados entre as águas costeiras dos Estados de Veracruz, Tabasco e Campeche. Se tiverem sucesso, os blocos podem render uma produção de 200 mil barris por dia (bpd) em cinco anos, segundo estimativas da Comissão Nacional de Hidrocarbonetos (CNH).

(Por Ana Isabel Martinez e Dave Graham)

 

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