VENDA DE ATIVOS JÁ RENDEU R$ 3 BILHÕES À PETROBRAS NO ANO

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VENDA DE ATIVOS JÁ RENDEU R$ 3 BILHÕES À PETROBRAS NO ANO

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 08 de maio de 2018

O processo de privatização da Petrobrás com a venda de ativos importantes da companhia já rendeu aos cofres da empresa um valor de R$ 3 bilhões já recebidos até este mês. A informação foi revelada durante a apresentação dos resultados financeiros da companhia, na manhã desta terça-feira (8).

Atualmente, a privatização liderada pelo presidente da estatal, Pedro Parente, possui uma série de ativos na prateleira, ao melhor estilo de “liquidação das Casas Bahia”. Alguns desses empreendimentos são muito preciosos e estratégicos. Dentre eles, o campo de Roncador, a área de Carcará e a rede de gasodutos Transportadora Associada de Gás (TAG). A tabela completa com todos os desinvestimentos em andamento pode ser conferida ao final desta matéria.

A justificativa da diretoria da petroleira para dar prosseguimento a este processo de venda de ativos é a redução de endividamento. Na apresentação desta terça-feira, a estatal anunciou que sua dívida líquida caiu para US$ 81,4 bilhões, ante US$ 84,9 bilhões do quarto trimestre do ano passado. O endividamento total também caiu, chegando a US$ 102,6 bilhões contra US$ 109,3 bilhões do trimestre anterior. A Petrobras tem uma meta de obter US$ 11 bilhões neste ano para seu caixa a partir da negociação de ativos.

No entanto, especialistas criticam a postura adotada pela empresa, como é o caso do ex-economista da companhia, Cláudio Oliveira, que em entrevista ao Petronotícias, já havia denunciado os erros do processo de desinvestimentos da Petrobras. “Uma empresa só vende ativos lucrativos por extrema necessidade de caixa. O que não é o caso da Petrobrás. Pelo contrário. Hoje a Petrobrás está vendendo ativos que rendem mais de 20% ao ano para antecipar amortização de empréstimos que custam 7% ao ano. Que lógica é esta? Uma empresa que mantém em caixa mais de US$ 20 bilhões. Pior ainda. As vendas estão sendo feitas a toque de caixa, sem licitação e a preço de banana, como já denunciado por diversas entidades (Febrageo, Asmirg, Aepet etc. )”, declarou.

(Clique para ampliar)

 

 

 

 

 

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