Vale do Itajaí aumenta em 4% o total de postos formais de trabalho

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Vale do Itajaí aumenta em 4% o total de postos formais de trabalho

FONTE: FLORIPANEWS

Apesar de positivo, o crescimento da região foi o menor dentre as mesorregiões catarinenses entre 2010 e 2011

O número de postos de trabalho no mercado formal do Vale do Itajaí foi de 534.456 em 2011 – o que representa aumento de 4% em relação ao estoque de empregos registrados em 2010. Mesmo assim o crescimento registrado ficou abaixo da média catarinense (4,7%). Os dados constam da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), que registra o número de assalariados com vínculos formais de trabalho. A informação integra o primeiro número da série 2013 do Boletim Regional sobre o Mercado de Trabalho, elaborado pelo setor de Informação e Análise do Mercado de Trabalho da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação(SST), e trata do mercado de trabalho no Vale do Itajaí. Estão previstos mais cinco boletins, para abranger as seis mesorregiões de Santa Catarina: Norte; Oeste; Grande Florianópolis; Sul e Serra.Mercado formal – De acordo com o censo do IBGE de 2010, que são considerados os mais atualizados sobre mercado formal e informal do Vale do Itajaí, 82% dos trabalhadores estavam na condição de assalariados. E a maioria deles (86%) estava em postos formais de trabalho. Os 14% restantes não possuíam carteira de trabalho assinada.

Ainda de acordo com o censo do IBGE de 2010, a região do Vale do Itajaí possuía, em 2010, cerca de 860 mil pessoas ocupadas e 47% estavam concentradas em Blumenau.

Já no registro de trabalhadores por conta própria as maiores incidências estavam em Ituporanga (42%) e Rio do Sul (26%).

Renda – No quesito renda quem obteve o melhor resultado foram os trabalhadores de Blumenau. Dentre as microrregiões do Vale do Itajaí, o município foi o que teve maior rendimento médio mensal no ano de 2011, em torno de R$ 1.605. Já a renda média do trabalhador com carteira assinada do Vale do Itajaí ficou um pouco acima da média estadual com R$ 1.529. Enquanto que a média estadual registrada foi de R$ 1.502,25. Estes dados constam da RAIS.

No caso de Itajaí, apesar de ser a microrregião com o maior PIB no Vale do Itajaí, foi registrado um rendimento médio de R$ 1.500 – valor abaixo da média da região como um todo.

Ainda de acordo com o estudo, o subsetor econômico que apresentou o maior rendimento médio do Vale do Itajaí em dezembro de 2011 foi o de instituições financeiras (R$ 3.505,26) e o de menor rendimento foi o de alojamento. (R$ 1.164,49). Nas regiões o quadro ficou assim: Blumenau, instituição financeira (R$ 3.505,45) e agricultura (R$ 1.051,07); Itajaí, extrativa mineral (R$ 5.919,09) e indústria de borracha e fumo (1.176,52); Rio do Sul, serviços de utilidade pública (R$ 4.603,74) e construção civil (R$ 919,96); Ituporanga, serviços de utilidade pública (R$ 4.343,71) e indústria química (R$ 796,26).

Atividade econômica – A atividade econômica que mais concentra trabalhadores no Vale do Itajaí é a Indústria de transformação. Em 2010 esse setor da economia contava com cerca de 203 mil trabalhadores ou 24% do total de ocupados. Na seqüência está o setor do comércio com 152 mil trabalhadores ou 18% do total.

Além disso, o subsetor que registrou a maior participação no mercado de trabalho em 2011 foi a indústria têxtil do com 18,5% do total de empregos. Em seguida está o ramo do comércio varejista, cuja participação saltou de 16,5% para 16,9% entre 2010 e 2011.

Ainda o mais rico – O Vale do Itajaí se destacou ainda como a região que se manteve como a mais rica do Estado ao atingir quase 30% do total do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina em 2010, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010. Esse percentual equivale a R$ 44 bilhões.

Entre os municípios que compõem o Vale do Itajaí, Itajaí foi o que registrou maior participação no PIB regional. O município passou de 29% do PIB em 1999 para 48% da produção regional em 2010. Grande parte deste resultado pode ser explicado pela presença do complexo portuário e do polo naval e turístico, conforme destaca o boletim.

Fonte: Floripa News (www.floripanews.com.br)

 

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