MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE SUSPENSÃO DE ESTUDOS PARA EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NA FOZ DO AMAZONAS

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MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE SUSPENSÃO DE ESTUDOS PARA EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NA FOZ DO AMAZONAS

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 11 de maio de 2017

As atividades de exploração na bacia da Foz do Amazonas encontraram um novo entrave pela frente.

O Ministério Público Federal no Amapá pediu ao Ibama que suspenda os estudos e as fases exploratórias iniciais na região até que se tenha uma avaliação dos impactos que podem ser causados à barreira de corais existente no solo submarino do local.

O caso é relativo a um bloco da Total, e questiona também a licença ambiental de perfuração recebida pela petroleira francesa, requisitando a reabertura e revisão do processo que concedeu a autorização.

O recife de corais da Foz do Amazonas tem cerca de mil quilômetros e é visto por ambientalistas como um ecossistema único, que deveria ser preservado da atividade exploratória, sob a alegação de que foi descoberto recentemente, em 2016. O Greenpeace inclusive enviou uma embarcação (foto) com pesquisadores para analisar de perto o ecossistema.

No entanto, a Total afirma que a existência do ecossistema já era conhecida e que foi realizada uma extensa caracterização ambiental no local durante uma etapa do licenciamento, com resultados de que não haveria a presença de “ecossistemas recifais” dentro da área dos blocos operados pela petroleira.

Os blocos da Foz do Amazonas foram leiloados pela ANP pela primeira vez em 2011, quando várias outras empresas também adquiriram blocos na região, como BP, OGX, Queiroz Galvão, BHP Billiton, Brasoil e Ecopetrol, que venceram disputas por áreas tanto em águas rasas quanto em águas profundas.

 

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