Grupo apresenta ao MCTI projetos no setor de petróleo e gás

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Grupo apresenta ao MCTI projetos no setor de petróleo e gás

FONTE: MTCI

O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Elias, recebeu nesta quinta-feira (29), em Brasília, o vice-presidente de Assuntos Corporativos da BG Brasil, Paulo Macedo, que apresentou estratégias da empresa para o desenvolvimento de tecnologia e inovação no Brasil para o setor de petróleo e gás. 

Os planos, que incluem a construção de um centro global de tecnologia no Rio de Janeiro, foram detalhados pelo chefe executivo  (CTO) de Tecnologia da BG Group, Olivier Wambersie. Ele explicou que o objetivo do grupo no Brasil é desenvolver tecnologias que possam ajudar na sustentabilidade das ações realizadas no país.

“Para isso vamos investir 1% do nosso produto em P&D [pesquisa e desenvolvimento], tornando o Brasil nosso centro global de pesquisa. Vamos também tentar melhorar os investimentos nas operações existentes, minimizando os custos de perfuração e o impacto ambiental das nossas operações”, afirmou. “Além disso, temos outro grande desafio que é encontrar mão de obra capacitada que saiba imaginar ideias sem perder o senso da realidade, e dessa forma conseguir materializar produtos”, enfatizou.

Para Elias, a empresa tem um diferencial em relação aos outros centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que estão no país. “A particularidade deles é o compartilhamento, a forma cooperada. Eles não estão preocupados em apropriar o conhecimento pela via da propriedade intelectual, mas sim em compartilhar o conhecimento e melhorar a sua produtividade. Essa é uma mudança conceitual muito significativa”, comentou.

Contratações

O secretário executivo do MCTI também destacou, entre os benefícios dos investimentos previstos pela empresa, a contratação de engenheiros brasileiros em larga escala. “Isso para nós é muito importante especialmente na área de petróleo e gás”, disse.

Olivier Wambersie avaliou que o desafio do século é a energia, e que nesse contexto é preciso atrair mais pessoas para o mundo do petróleo e do gás. Ele citou o programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, como um grande incentivo. “O programa dá ao estudante brasileiro a oportunidade de estudar, fazer doutorado sanduíche, receber material necessário para fazer a pesquisa.

No futuro ele pode voltar para trabalhar nos institutos brasileiros, ou para a nossa empresa”, observou. “Nós queremos muito que alguns deles escolham a nossa empresa para trabalhar, porque nós temos um futuro crescendo aqui no Brasil.”

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