DECLARADA COMERCIALIDADE DO NOROESTE DO CAMPO DE LIBRA NA BACIA DE SANTOS

Campo de Mero em Libra na BS: volume recuperável total estimado é de 3,3 bilhões de barris de óleo
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DECLARADA COMERCIALIDADE DO NOROESTE DO CAMPO DE LIBRA NA BACIA DE SANTOS

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 01 de dezembro de 2017

A Petrobrás, como operadora, em nome do consórcio de Libra,  apresentou  à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Declaração de Comercialidade da acumulação de petróleo, localizada na porção noroeste do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos.

Também foi submetido à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) do poço descobridor do reservatório de Libra em 2010. Na declaração encaminhada ao órgão regulador, a denominação sugerida para o novo campo é Mero e o volume recuperável total estimado é de 3,3 bilhões de barris de óleo.

O campo de Mero está localizado a cerca de 180 km da costa do Rio de Janeiro, em águas ultra profundas e apresenta reservatórios de carbonato de alta qualidade com alta produtividade. Durante a fase exploratória e de avaliação, oito poços de extensão foram perfurados na área do PAD, identificando reservatórios com óleo de boa qualidade e alto valor comercial – 29º API. O primeiro óleo do campo foi produzido através do FPSO Pioneiro de Libra, por meio de um Teste de Longa Duração, com o objetivo de avaliar o comportamento do reservatório de petróleo e ampliar o conhecimento das características da jazida, visando otimizar o desenvolvimento futuro do campo, conforme divulgado ao mercado em 27 de novembro de 2017.
O consórcio planeja dar continuidade ao desenvolvimento da produção por meio de quatro novos sistemas de produção a serem instalados no campo de Mero e dará continuidade à fase exploratória do restante da área de Libra, cujo prazo foi estendido por mais 27 meses. O consórcio de Libra é liderado pela Petrobrás – com participação de 40% – em parceria com a Shell (20%); Total (20%); CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%), tendo a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora do Contrato de Partilha da Produção.

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