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Danos no supercargueiro já dão prejuízo de US$ 112,5 milhões

As perdas foram cálculadas com base em um preço de US$ 150 por tonelada do produto, partindo de que a companhia tem comercializado entre US$ 130 e US$ 168 por tonelada neste trimestre.

Segundo o diretor de Minério de Ferro e Estratégia da Vale, João Carlos Matins, a situação envolvendo o supercargueiro é “muito séria”. Em entrevista ao jornal “O Globo” desta quinta-feira, ele disse que não é normal que esse tipo de coisa aconteça com um navio destes. “É um navio novo em folha. Não é usual que aconteça esse tipo de problema. Espero que eles (o grupo sul-coreano SXT, responsável pela operação do navio) tenham uma explicação muito boa. Não sei se vamos conseguir recuperar isso (a carga que deixou de ser embarcada) este ano”, disse ao jornal.

Os problemas começaram quando rachadura apareceram nos dois lados do casco do navio durante um carregamento de 380 mil toneladas de minério de ferro no píer I do terminal. A mineradora informou que ainda estuda o caso para entender o que ocorreu no Maranhão.

A embarcação foi levada transferida para outro ambiente ainda no porto de Ponta da Madeira para que seja feita a avaliação e um eventual reparo.

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