Após três anos de obras, P-63 segue para o campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos

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Após três anos de obras, P-63 segue para o campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos

FONTE: CIDADE BIZ
Navio-plataforma passou por conversão em estaleiros da China e do Rio Grande do Sul e poderá processar 140 mil barris de petróleo por dia
Depois de três anos de “obras complementares”, o navio-plataforma P-63, da Petrobras, deixou sua locação provisória, na Ilha de Santana, em Macaé (RJ), e segue viagem com o apoio de rebocadores para sua locação definitiva no campo de Papa-Terra, no pós-sal da Bacia de Campos, operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%).

A P-63, com início de produção previsto para 23 de outubro, tem capacidade para processar 140 mil barris/dia de petróleo e comprimir 1 milhão de m³/dia de gás. Com 340 m de comprimento, 58 m de largura e 287 m de altura, a plataforma pode acomodar até 110 pessoas. O investimento total declarado é de US$ 1,3 bilhão.

O navio-plataforma foi convertido em um FPSO (Floating Production Storage Offloading)  a partir do navio-tanque BW Nisa, no Estaleiro Cosco, na China, sendo que as últimas etapas de construção foram realizadas no Canteiro da Quip/Honório Bicalho, localizado em Rio Grande (RS). Os serviços foram executados pelo consórcio formado pela Quip (Queiroz Galvão, UTC, Iesa e Camargo Correa) e a BW Offshore.

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