CONSUMIDORES E MOTORISTAS DE CAMINHÃO PLANEJAM PROTESTO CONTRA POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

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CONSUMIDORES E MOTORISTAS DE CAMINHÃO PLANEJAM PROTESTO CONTRA POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

FONTE PETRONOTÍCIAS – Matéria publicada em 17 de maio de 2018

A escalada nos preços do barril de petróleo no mercado internacional, aliada a política de  reajustes diários da Petrobrás e alta carga tributária para os combustíveis diferentes em  vários Estados está provocando movimentos de revolta e um protesto sendo divulgado pelas redes sociais.

O protesto nas redes sociais tem o nome de NA MESMA MOEDA. Ele está pregando  para que as pessoas não abasteçam entre os dias 4 e 6 de junho.  No Banner que está sendo distribuído, fala em um  “ousado e singelo realizado em 2003 está de volta. Esta deve ser um recado de toda população brasileira ao abusivo preço dos combustíveis.” Outro movimento é o que está sendo liderado pelos caminhoneiros, que reclamam do alto preço do diesel. Entre o dia 30 de março e o dia 15 de abril, a alta da gasolina nas refinarias foi de 17%. No diesel, 20%. Motoristas de todo país estão se comunicando por rádios e celulares para marcar um dia de protestos.

A Petrobrás  diz que ela não  forma preços e que não deixará de vender combustíveis abaixo das cotações internacionais, política que gerou perdas bilionárias durante os governos anteriores. Mas a desordem que  ela estabeleceu no mercado ao impor reajustes diários nas refinarias, causa uma enorme confusão na cadeia que obriga os postos a reajustarem os valores nas bombas diariamente e uma profunda desinformação no consumidor final se a Petrobrás  fizesse os reajustes mensalmente, por exemplo, a flutuação para maior ou menor, será melhor compreendida pelas distribuidoras, pelos revendedores e, principalmente, pelo consumidor. Esses protestos é o resultado disso. A Fecombustíveis diz que a Petrobrás melhorou  suas contas e a atração de investidores, mas que ela está sacrificando  os consumidores:  “ Não é  justo que o povo brasileiro seja sacrificado para beneficiar uma única empresa que se desenvolveu em cima do monopólio da indústria do petróleo.”

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